segunda-feira, 14 de julho de 2014

Tudo o que você precisa saber a cerca de sementes

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Neste post falei um pouco sobre como plantar sementes. Não sou especialista no assunto, e nem pretendo que seja um tratado, apenas experiências e estudos pessoais que achei interessante passar para vocês. Quando criei o blog meu intuito era mostrar como achar as sementes nas plantas, pois eu tinha esta dificuldade e acabei aprendendo sozinha. Procurava na internet onde estavam as sementes de tal planta e não achava nada sobre. O tempo foi passando e outros assuntos sobre plantas foram inseridos no blog. Agora por um anseio meu e acho que de muita gente, resolvi escrever algo a cerca das sementes, desde o início. Vamos estudar juntos, pois não sou bióloga nem botânica (gostaria!). Isso ajuda bastante na hora da procura das sementes e até entender como acontece o nascimento da mudinha nos ajuda a cuidar melhor das nossas sementeiras e também fazer com que nossas plantinhas adultas nos dêem sementes.


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De onde vem a semente? Como tudo começa?

Vamos voltar no tempo de escola e nos lembrar das aulas de Biologia. Assim como os seres humanos, nas plantas também há fecundação, e a semente é o óvulo fecundado e o fruto é o ovário que se desenvolveu. A nova planta virá do embrião que se encontra dentro da semente e que se desenvolverá depois de plantada. Tudo começa com a polinização. 

"A polinização é a transferência de grãos de pólen das anteras de uma flor para o estigma (parte do aparelho reprodutor feminino) da mesma flor ou de uma outra flor da mesma espécie. As anteras são os órgãos masculinos da flor e o pólen é a gameta masculino. Para que haja a formação das sementes e frutos é necessário que os grãos de pólen fecundem os óvulos existentes no aparelho reprodutor feminino." (Fonte )

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Mas como ocorre a polinização?

"A transferência de pólen para o estigma pode ocorrer das anteras para o estigma da mesma flor ou de flor diferente, mas na mesma planta (autopolinização) ou pode ser feita de uma flor para outra em plantas diferentes (polinização cruzada). " Fonte

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"A transferência de pólen pode ser através de fatores bióticos, ou seja, com auxílio de seres vivos, ou abióticos, através de fatores ambientais, esses fatores pode ser: vento (Anemofilia), água (Hidrofilia); insetos (Entomofilia), morcegos (Quiropterofilia), aves (Ornitofilia).
"Para atrair os agentes polinizadores bióticos as espécies vegetais oferecem recompensas, pólen, néctar, óleos ou mesmo odores, utilizadas na alimentação ou reprodução dos animais. Contudo, nem todos os animais que procuram as recompensas atuam como polinizadores efetivos, muitos visitantes são apenas pilhadores oportunistas, que roubam a recompensa sem exibir um comportamento adequado para realizar uma polinização eficiente.
"Anos de co-evolução entre planta e agente polinizador, favoreceram umas adaptações morfológicas, fisiológicas e comportamental, que algumas vezes tiveram como conseqüência uma dependência tão estreita que a extinção de um leva a extinção do outro." Fonte

Não havendo polinização, não há formação de sementes. Daí muitas pessoas perguntarem porque suas plantas não dão sementes. Se estiver em apartamento, o melhor lugar para a planta ficar e poder se auto-polinizar (na falta de insetos ou animais que o façam) é em uma janela ou varanda onde tenha vento. Se não, é partir pra polinização manual. Como fazer? Depois dos conteúdos acima é fácil. Achar o pólen e a antera e transportar o primeiro ao segundo.

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No blog Os Saberes do Jardim tem um post sobre polinização de pimentas muito legal, e pode ser usado com qualquer planta.

Bom, a planta sendo polinizada, ela vai frutificar, e no fruto vêm as sementes. 

"Os frutos surgem do desenvolvimento dos ovários, geralmente após a fecundação dos óvulos. Em geral, a transformação do ovário em fruta é induzida por hormônios liberados pelos embriões em desenvolvimento. Existem casos, porém, em que ocorre a formação de frutos sem que tenha havido polinização.  Um fruto é constituído por duas partes principais: o pericarpo, resultante do desenvolvimento das paredes do ovário, e as sementes, resultantes do desenvolvimento dos óvulos fecundados. O pericarpo compõe-se de três camadas: epicarpo (camada mais externa), mesocarpo (camada intermediária) e endocarpo (camada mais interna). Em geral o mesocarpo é a parte do fruto que mais se desenvolve, sintetizando e acumulando substâncias nutritivas, principalmente açucares. " Fonte

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Classificação dos frutos

"Diversas características são utilizadas para se classificar os frutos, entre elas o tipo de pericarpo, se o fruto abre-se ou não espontaneamente para liberar as sementes, etc.
"Frutos que apresentam pericarpo suculento são denominados carnosos e podem ser do tipo baga, quando se originam de ovários uni ou multicarpelares com sementes livres (ex.: tomate, abóbora, uma e laranja), ou do tipo drupa, quando se originam de ovários unicarpelares, com sementes aderidas ao endocarpo duro (ex.: azeitona, pêssego, ameixa e amêndoa).
"Frutos que apresentam endocarpo não suculento são chamados de secos e podem ser deiscentes, quando se abrem ao amadurecer, liberando suas sementes, ou indeiscentes, quando não se abrem ao se tornar maduros." Fonte

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A diferença de fruta e fruto

"O que se conhece popularmente por “frutas” não tem significado botânico. Fruta é aquilo que tem sabor agradável, às vezes azedo, às vezes doce. É o caso da laranja, pêssego, caju, banana, pêra, maça, morango, amora. Note que nem toda fruta é fruto verdadeiro.
"Já o tomate, a berinjela, o jiló e a abobrinha, entre outros, são frutos verdadeiros, mas não são frutas… 
Nos pseudofrutos a porção comestível não corresponde ao ovário desenvolvido. No caju, ocorre hipertrofia do pedúnculo floral. Na maça, na pêra e no morango, é o receptáculo floral que se desenvolve. Assim, ao comer a polpa de um abacate ou de uma manga você está se alimentando do fruto verdadeiro. No entanto, ao saborear um caju ou uma maça, você está mastigando o pseudofruto. No caso da banana e da laranja de umbigo (baiana), o fruto é partenocárpico, corresponde ao ovário desenvolvido sem fecundação, logo, sem sementes. Fonte

Germinação 

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"A semente é o óvulo modificado e desenvolvido. Toda a semente possui um envoltório, mais ou menos rígido, um embrião inativo da futura planta e um material de reserva alimentar chamado endosperma ou albúmen.
"Em condições ambientais favoráveis, principalmente de umidade, ocorre a hidratação da semente e pode ser iniciada a germinação.
"Todo o embrião contido em uma semente de angiosperma é um eixo formado por duas extremidades: A radícula, que é a primeira estrutura a emergir, quando o embrião germina; e o caulículo, responsável pela formação das primeiras folhas embrionárias.
"Uma “folha” embrionária merece especial atenção. É o cotilédone. Algumas angiospermas possuem dois cotilédones, outras possuem apenas um. Plantas que possuem dois cotilédones, são chamadas de eudicotiledôneas e plantas que possuem um cotilédone sã chamadas de monocotiledôneas. Os cotilédones inserem-se no caulículo, que dará origem ao caule." Fonte

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"O crescimento de uma planta começa a partir da germinação da semente. A hidratação da semente, por exemplo, ativa o embrião. As reservas contidas no endosperma ou nos cotilédones são hidrolisadas por ação enzimática. As células embrionárias recebem os nutrientes necessários, o metabolismo aumenta e são iniciadas as divisões celulares que conduzirão ao crescimento.
"A radícula é a primeira estrutura a imergir; a seguir, exterioriza-se o caulículo e a plântula inicia um longo processo que culminará no vegetal adulto." Fonte

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Então depois desse pequeno estudo sobre as sementes, dá pra saber um pouquinho onde elas se formam, assim quando for procurar uma semente em uma planta, já temos uma idéia de onde procurar: onde estavam as flores. Algumas plantas se propagam mais facilmente por estaca ou divisão da planta entre outros. Fiz 3 matérias sobre o assunto que você pode ler aquiaqui e aqui .

Tipos de sementes

Existem basicamente dois tipos: as encerradas e as sementes nuas. "As Sementes Encerradas são produzidas pelas angiospermas. Os óvulos encontram-se dentro do ovário, uma estrutura que existe no interior da flor. À medida que a semente amadurece, o ovário expande-se e forma o fruto, que protege a semente em desenvolvimento. 
"As Sementes Nuas são produzidas pelas gimnospermas. Essas árvores e arbustos produzem óvulos na superfície superior das escamas que formam os cones. As gimnospermas não têm ovário, de forma que suas sementes não ficam encerradas durante o desenvolvimento. No entanto, as escamas dos cones fecham-se enquanto as sementes amadurecem, oferecendo-lhes assim alguma proteção."  Fonte

Semente de lótus / Fonte
Vagens e sementes de cardamomo / Fonte


Vagens e sementes de Canafístula / Fonte


Sementes de Flamboyant / Fonte


Cápsulas e sementes de Tabaco

Sementes que voam:

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Ao longo dos posts no blog há algumas matérias sobre sementes específicas. Sugiro ir na caixa de pesquisa do menu direito e digitar a palavra sementes. 

Por fim, um folheto que achei nas pesquisas bem interessante. Vamos espalhar sementes por aí?

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domingo, 29 de junho de 2014

Sobre fertilizantes e adubos

Como falado no post anterior, um bom substrato é essencial para o bom desenvolvimento das plantas. E neste substrato deve conter uma mistura equilibrada de nutrientes básicos de que as plantas necessitam para crescerem fortes e saudáveis. Isso se tem com uma boa adubação. É importante ressaltar que a saúde das plantas, no que concerne à uma boa resistência às pragas se deve à uma nutrição constante por meio dos fertilizantes, orgânicos ou não. Assim como nós humanos precisamos de vitaminas para manter nosso sistema imune resistente à vírus e bactérias, com as plantas não poderia ser diferente.



Deficiência de nutrientes. Fonte

Na natureza isso ocorre de maneira natural de várias formas: material vegetal que cai das próprias árvores e é decomposto  por micro-organismos que vivem no solo e não são prejudiciais às plantas; fezes de animais; água da chuva, etc.

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"Para se desenvolver, o vegetal retira do solo macronutrientes e micronutrientes que são compostos de átomos de elementos químicos que passam a constituir os seus tecidos. Os micronutrientes são consumidos em pequenas quantidades, enquanto que os macronutrientes são consumidos em larga escala e são compostos principalmente de carbono, hidrogênio e oxigênio, obtidos por meio do gás carbônico (CO2) presente no ar e na água (H2O)."
"Outros elementos essenciais para o crescimento das plantas são: enxofre, nitrogênio, fósforo e potássio. Esses nutrientes são retirados do solo e, depois, quando as plantas morrem, elas se decompõem e devolvem tais nutrientes à terra, o que possibilitará que outras plantas possam usar esses nutrientes para crescer. No entanto, o ser humano interfere nesse ciclo, colhendo as plantações. Então, com o passar do tempo, os nutrientes da terra vão cessando, empobrecendo o solo, que não mais poderá ser usado para o plantio. Assim, é preciso que o próprio homem enriqueça o solo com esses nutrientes. Isso é feito por meio de adubos, que podem ser orgânicos ou inorgânicos. (Fonte)
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Tipos de adubos

- Orgânico: "são adubos obtidos por meio de matéria de origem vegetal ou animal, como esterco, farinhas, bagaços, cascas e restos de vegetais, decompostos ou ainda em estágio de decomposição. Esses materiais sofrem decomposição e podem ser produzidos pelo homem por meio da compostagem*.
"Uma das vantagens do adubo orgânico é que, com a compostagem, reciclam-se resíduos sólidos municipais urbanos de origem orgânica. Também é possível reciclar tais resíduos dispostos conjuntamente com lodo gerado em estações de tratamento de esgotos domésticos, minimizando, assim, o lixo produzido. Além disso, ainda há diminuição da quantidade de restos orgânicos (que são depositados nos rios) e dos chorumes (que infiltram o solo, atingindo as águas subterrâneas).  
"Na compostagem, a matéria orgânica é segregada e submetida a um tratamento composto por dois estágios básicos: a digestão (fermentação causada por microrganismos, sendo que os principais são as bactérias, os fungos e os actinomicetos. Nesse estágio,o material alcança o estado de bioestabilização e a decomposição ainda não está completa) e a maturação (a massa em fermentação atinge a humificação, dando origem a uma massa denominada húmus, estado em que o composto apresenta-se como melhorador do solo e fertilizante)."


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"O adubo gerado é denominado composto. É rico em macronutrientes e incorpora, em doses mínimas, micronutrientes também. Além disso, aumenta a flora bacteriana e a microfauna, essenciais na formação do húmus*."

 * O que é húmus? "Húmus ou humo é a matéria orgânica depositada no solo, resultante da decomposição de animais e plantas mortas, ou de seus subprodutos. O processo de formação do húmus é chamado humificação e pode ser natural, quando produzido espontâneamente por bactérias e fungos do solo (os organismos decompositores), ou artificial, quando o homem induz a produção de húmus, adicionando produtos químicos e água a um solo pouco produtivo. Vários agentes externos como a humidade e a temperatura contribuem para a humificação. Na formação do húmus há liberação de diversos nutrientes, mas é de especial consideração a liberação de nitrogênio. A compostagem é uma forma de "fabricar" húmus para utilizar como composto, ou seja, fertilizante orgânico na agricultura."A vermicompostagem é o uso da minhoca na produção de húmus, decompondo resíduos e dejetos de animais e também o lixo urbano (orgânico), colaborando com a melhoria dos solos, sequestrando carbono e eliminando cheiros desagradáveis. A vermicompostagem é um processo bastante difundido, em especial entre moradores de áreas rurais, visto a minhoca ser uma verdadeira máquina de limpeza dos resíduos. Quando colocada a quantidade correta de minhocas (ao redor de 5.000 unidades por metro quadrado) em 30 a 35 dias (na compostagem normal leva de 100 a 300 dias), pode transformar 2,5 toneladas de resíduos orgânicos em humus, em um canteiro de 10x0,80x0,40m. A minhoca come os resíduos, e seu excremento possui ao redor de 2 milhões de bactérias por grama, enriquecendo o solo deixando disponível as plantas praticamente todo o complexo mineral (cinco vezes e meia mais nitrogênio, duas vezes mais cálcio, duas vezes e meia mais magnésio, sete vezes mais fósforo e onze vezes mais potássio que o solo ou o resíduo que se alimentou)." (Fonte)

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Bokashi


"Bokashi é um adubo orgânico. O nome tem origem japonesa e significa diluir, borrifar também significando composto orgânico.O composto é uma mistura de diversos ingredientes orgânicos que, após o processo de fermentação, é utilizado na adubação orgânica com excelentes resultados. O Bokashi fornece macro e micro nutrientes de forma natural, equilibrada e na dosagem certa, não tem cheiro e libera os nutrientes imediatamente após a sua aplicação. É um produto totalmente orgânico que mantêm as plantas bem nutridas, além de manter o meio de cultivo com vida. O composto é utilizado no cultivo de orquídeas com formulações prevalecendo componentes nitrogenados ou fosforados." (Fonte)

** Aprenda a fazer seu próprio Bokashi no blog Mungo-verde

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* Esterco de boi e galinha: É importante estarem sempre bem curtidos, para não queimar a planta. Como fazer aqui



"Por que deve ser utilizado o esterco animal curado (curtido) e não o fresco? No curtimento ou cura, eliminamos todas as sementes de ervas espontâneas e também possíveis patógenos ou parasitas que possam contaminar os alimentos e causar problemas de saúde para os consumidores."


Mais sobre esterco aqui

                                         
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*Compostagem

Você pode fazer em casa, aproveitando os resíduos da cozinha e tendo um adubo de excelente qualidade. No blog De Verde Casa ensina a fazer sem minhocas e aqui com minhocas. Também no blog Os Saberes do Jardim uma experiência com minhocário.



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- Adubo Inorgânico: "são adubos obtidos a partir de extração mineral ou refino do petróleoAlguns exemplos são: os fosfatos, os carbonatos, os cloretos e o salitre do chile."



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"A vantagem desse tipo de adubo é que, como eles se apresentam na forma iônica, seus nutrientes são absorvidos pelas plantas com maior facilidade e o resultado é mais rápido.
Além disso, eles apresentam composição química definida e os orgânicos não; de modo que é possível realizar com eles cálculos precisos sobre a quantidade que se deve usar em cada caso. Isso é extremamente importante, pois o uso excessivo de adubos inorgânicos pode causar desastres ambientais, como mudança na composição química do solo, tornando-o menos produtivo e, em longo prazo, causando danos ao ecossistema.É por isso que muitos ambientalistas defendem o uso dos adubos orgânicos, dizendo que eles não causam nenhum risco ambiental. Porém, os que defendem os adubos inorgânicos dizem que os orgânicos só são viáveis para pequenas lavouras e que podem contaminar o solo se houver agentes infecciosos nas fezes dos animais.Uma saída, nesse último caso, é usar somente restos vegetais para produzir o adubo orgânico. Mas uma boa maneira de se compensar os efeitos negativos de cada método de adubação é conhecer bem as propriedades do solo que se está trabalhando e realizar uma combinação equilibrada de todas essas técnicas." (Fonte)

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No mercado encontramos o NPK e outros como os da linha da Forth. Eu gosto muito do Forth Flores. O NPK significa Nitrogênio-Fósforo-Potássio. São encontrados em várias dosagens para cada finalidade. Por exemplo o 4-14-8 é indicado pra floração pois tem alto teor de fósforo, substância essencial para esse fim. O 10-10-10 é o equilibrado e serve para qualquer tipo de planta e assim vai. Os números significam a porcentagem de cada composto sendo o 4-14-8: 4% de nitrogênio, 14% de fósforo e 8% de potássio. Esses são os 3 ingredientes básicos para desenvolvimento das folhas, flores e frutos. A dosagem deve ser usada de acordo com o rótulo do produto. Sempre colocar em volta da planta longe das raízes e em horário sem sol. Regar bem após.



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Mas como vimos acima, além dos compostos orgânicos e do NPK as plantas precisam de várias outras substâncias, que deverão ser complementadas com outros tipos de fertilizantes, no caso dos inorgânicos achamos se várias marcas pelo mercado e no caso dos orgânicos, utilizar além de húmus e esterco; farinha de ossos, torta de mamona ou algodão, etc. Abaixo exemplos do que a falta de certos nutrientes causa às plantas. À primeira vista pensamos ser um tipo de praga, mas muitas vezes é só falta de adubo.

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FUNÇÕES DOS NUTRIENTES NAS PLANTAS

- Nitrogênio: Componente do citoplasma, enzimas e coenzimas.
- Fósforo: Armazenamento e fornecimento de energia.
- Potássio: Efeito coloidal (promove a hidratação), armazenamento de energia (fosforilação), fotossíntese e respiração, síntese de aminoácidos e proteínas, abertura de estômatos, translocação de carboidratos.
- Cálcio: Regulação da hidratação, ativação de enzimas, desenvolvimento e funcionamento das raízes.
Magnésio: Regulação da hidratação, ativação de enzimas (respiração e síntese de proteínas), armazenamento e transferência de energia.
- Enxofre: Componente do citoplasma e proteínas (inclusive enzimas).
- Boro: Organização e funcionamento de membranas (atividade de ATPase e absorção iônica). Germinação do grão de pólen e crescimento do tubo polínico. Florescimento e expressão sexual. Elongação celular, divisão e metabolismo de ácidos nucléicos.Metabolismo de auxinas (AIA), fenóis e lignificação (parede).Transporte de carboidratos e auxina.Ativação do zinco.
- Cobalto: Controle hormonal (ácido abcísico etileno).
- Cloro: Absorção iônica (atividade de ATPase)Ajustamento osmótico.Atividade osmótica.Movimentos foliares.
- Cobre: Metabolismo de fenóis e lignificação.Formação do grão de pólen e fertilização.Nodulação e fixação de nitrogênio.
- Ferro: Síntese de clorofila.Desenvolvimento dos cloroplastos.Desenvolvimento dos ribossomos e síntese protéica.
- Manganês: Biossíntese de clorofila, de glicolipídeos e ácidos graxos na membrana dos cloroplastos.Manutenção da integridade funcional da membrana cloroplasmática.Controle hormonal (AIA).Síntese de proteínas e RNA.
- Molibdênio: Formação dos grãos de pólen.Metabolismo de proteínas e de ácidos nucléicos.Absorção e transporte de ferro.
- Silício: Redução na toxidez de manganês, ferro e outros elementos.Esterificação do fósforo.Metabolismo de fenóis.Composição da parede celular, proteção contra pragas, moléstias e transpiração.Composição da parede do grão de pólen e fertilização.
- Sódio: Acumulação de oxalato.Substituição parcial do potássio.Abertura estomatal.Regulação atividade de redutase de nitrato.Exigência pelas plantas com via C4 na fotossíntese.Indução do metabolismo das crassuláceas.Manutenção do balanço da água.
- Zinco: Promoção da síntese do citocromo C. Formação de amido.Metabolismo de fenóis e parede do xilema.Estabilização dos ribossomos.Metabolismo de proteínas e de ácidos nucléicos.Inibição da RNAase.Aumento no tamanho e multiplicação celular.Fertilidade do grão de pólen.


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Dentro dos inorgânicos temos o Osmocote também. Ele seria um tipo de NPK com outros nutrientes e tem liberação mais lenta, assim se for aplicado uma quantidade maior não há perigo de queimar a planta. É difícil achar pra comprar e é bem mais caro que o NPK comum. Nunca usei, mas quem usa diz que é incrível o desenvolvimento das plantas.


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"O Osmocote® Plus - Fertilizante de Liberação Controlada - é a melhor solução de fertilizante a longo prazo, para vasos e jardineiras. Você aplica uma vez e ele libera micro e macro nutrientes para as plantas de acordo com a temperatura.
"Uma cápsula de Osmocote Plus contém N-P-K (nitrogênio, fósforo e potássio), seis micronutrientes e magnésio. O vapor de água é absorvido pela cápsula através do revestimento de polímero patenteado, e dissolve o fertilizante que está dentro. A liberação do fertilizante é controlada principalmente pela temperatura. Quando está calor e as plantas estão crescendo mais ativamente, o revestimento se expande permitindo que mais fertilizante seja liberado. Quando está mais frio, menos fertilizante é liberado.
"Estas são quatro cápsulas de Osmocote Plus. O que as diferencia é a espessura do revestimento. A espessura - em combinação com a temperatura - controla não só quanto fertilizante é liberado, mas também a longevidade da cápsula. Quanto mais fina, mais rápida a liberação e quanto mais grossa, mais lenta. Desta forma é possível combinar diversas espessuras de cápsulas em uma fórmula que alimenta a planta de forma constante por longos períodos." (Fonte)

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Adubação foliar 


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"A adubação foliar visa o fornecimento de nutrientes às plantas de forma prontamente absorvível, cuja finalidade é a correção imediata das deficiências, servindo como uma complementação da adubação via solo. Neste tipo de adubação são utilizados principalmente os micronutrientes, os quais se encontram em quantidades muito pequenas no solo e também pelo fato da aplicação de alguns micronutrientes via solo não apresentarem uma eficiência tão boa quanto via foliar. Os macronutrientes também são usados como complemento da adubação feita no solo visando fornecer estes nutrientes em épocas de elevada exigência das culturas."

IMPORTANTE: A adubação foliar deve ser feita no entardecer, que é quando as folhas estão com os estômatos (poros) abertos e receptivos aos nutrientes. Não fazer me dias muitos quentes e sempre depois das regas.

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** Como fazer um adubo líquido orgânico no Blog Os Saberes do Jardim


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VANTAGENS E BENEFÍCIOS DA ADUBAÇÃO FOLIAR



- Dosagem precisa. Evita desperdícios de nutrientes.Aplicação homogênea.Menor custo de aplicação por hectare.
- Maior uniformidade na aplicação. Lavoura com desenvolvimento mais homogêneo.Iguala o ponto de maturação, aumentando a produtividade.
- Redução da mão-de-obra. Diminui custos.Mão-de-obra pode ser deslocada para outras atividades.Aplicações simultâneas com inseticidas e fungicidas.
- Maior autonomia dos equipamentos. Menor custo de operação.Aplicação mais barata. Aplicações nas épocas oportunas.Maior aproveitamento dos nutrientes.
- Versatilidade nas formulações. Permite uma adubação mais racional e econômica.
- Fácil armazenamento. Dispensa construção de grandes armazéns.Controle de estoque mais fácil.Produção mais protegida das intempéries ocasionais.Menores estoques na propriedade.Menor custo financeiro.


domingo, 22 de junho de 2014

Sobre substratos

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Muitas pessoas vem me perguntar qual o substrato utilizo nas minhas plantas que estão sempre bonitas. Não sou uma expert no assunto, mas resolvi fazer esse post e assim também pesquiso um pouco e aprendo mais. Começo dizendo que não há uma fórmula certa, e o que vou passar para vocês vem da minha experiência pessoal. Ainda hoje às vezes erro na medida, pois vivo testando outros componentes na mistura.

É importante dizer que todo o desenvolvimento das plantas depende muito do clima, da quantidade de luz, do tipo de adubação e do tal substrato. Então nunca um vaso de ervas, por exemplo, o seu vai ser igual ao meu ou igual ao da revista.

Mas, o que é substrato?

"Substrato para plantas é todo o material utilizado como meio de crescimento para plantas, que não seja o solo. Pode ser constituído por um único material ou por uma mistura balanceada de materiais orgânicos e minerais." (Fonte)

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O mais importante para a planta, independente de qualquer tipo de substrato, é o solo ser aerado (não compactado), rico em matéria orgânica (adubo) e não ficar encharcado, mas ser capaz de reter água (parece um paradoxo, mas é que deve se ter um equílibrio). Nesse último quesito é importante o fundo dos vasos serem furados e colocado pedras ou britas para uma boa drenagem das regas.

"Quais as vantagens de usar o substrato para plantas em vez do solo? 

 - Material com características físicas, químicas e biológicas conhecidas, estáveis e uniformes.
- Isenção de patógenos, pragas e plantas daninhas.
- Material adequado para cada tipo de cultura.
- Otimização do espaço para germinação de sementes e enraizamento de estacas.
- Recipientes individualizados , o que evita competição entre plantas por água, luz e nutrientes e permite melhor controle fitossanitário.
- Melhor controle sobre a formação de raízes (facilidade para verificação de torrões e do sistema radicular).
- Facilidade no controle do crescimento das plantas.
- Redução do choque de transplantio de mudas.
- Prolongamento da vida útil de plantas em vaso.
- Melhor estabelecimento da cultura no campo.
- Redução dos ciclos de produção.
- Não há necessidade de desinfecção.
- Material pronto para uso e de fácil manuseio.
- Melhor controle de irrigação e fertilização."

Tipos de Substrato

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Turfa - Combustível fóssil, a idade geológica é recente, resultante da decomposição de vegetais em ambiente de água doce. Antes de apodrecerem os vegetais foram carbonizados. É formada basicamente por musgo (Sphagnum), juncos e outros vegetais e se as condições fossem favoráveis teria virado carvão vegetal. Contém macronutrientes: nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre e micronutrientes: cobre, ferro, manganês, zinco, molibdênio e níquel, além de substâncias húmicas, ácidos fúlvicos e humina, compostos orgânicos. O pH fica de 3,0 a 3,3, muito ácido.

Vermiculita - É um mineral micáceo natural do grupo dos filosilicatados, que expande até duas vezes ao ser aquecido, sólido, coloração bege. A vermiculita expandida não é combustível, é insolúvel em água, resistente a mofos e estéril. São fornecidas em granulometrias grande, média, fina, superfina e mícron e muito utilizadas na construção civil para isolamento térmico, acústico, etc. Seu pH é de 7,5 a 8,5.

Casca de tungue - Proveniente de uma árvore (Aleurites fordii Heens) cuja madeira é utilizada para fabricação de tintas e vernizes. Após período de exposição do material a céu aberto pode ser utilizado como substrato. Apresenta diversas granulometrias, seu pH fica em torno de 7,0, muito alto para a maioria das plantas. Sua velocidade de decomposição é lenta, devido à presença de ligninas e taninos que, no entanto não causam problemas de cultivo de plantas no substrato. Contém carbono orgânico, nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, ferro, cobre, zinco, sódio e boro. No entanto possui alta umidade após drenagem, o que indica que a mistura com outros substratos de maior capacidade de drenagem, como casca de arroz carbonizada, poderá funcionar melhor.

Casca ou pó de coco, coxim - Oriundo da indústria de beneficiamento do coco ou de recolhimento em locais de uso do produto in natura, foi pesquisado e tem sido utilizado pelos produtores para substrato de produção de sementeiras e estacas. Contem lignina, celulose e hemicelulose, fração esta facilmente decomposta pelos microorganismos e tanino. Na casca há compostos tóxicos de cloreto de potássio sendo necessário lavar o material para lixiviar. Pode ser fornecido com várias granulometrias de 2,0 a 0,50mm. Contém nitrogênio, fósforo, potássio, magnésio, sódio, cálcio, cobre, manganês, zinco e matéria orgânica. Sua densidade apresenta aumento ao longo do tempo, bem como a retenção de água.

Casca de pinus - Proveniente da indústria de produção de madeira, resíduo que tem sido aproveitado após pesquisas, como ornamento de jardins e mais recentemente como substrato para produção de estacas de plantas. Seu pH é baixo 3,7, apresenta relativa retenção de água nas granulometrias menores como as de 5 a 7mm. Apresenta grande quantidade de tanino e lignina e deve ser parcialmente decomposta e sofrer lixiviação para evitar que afete o desenvolvimento das plantas.

Casca de arroz carbonizado - Proveniente da indústria de beneficiamento do arroz e queimada em fornos como combustível ou in natura para queima pelo produtor, tem sido o material mais barato, leve e que mais resultados tem dado para a produção de estaquia e sementeiras. Dos seus componentes possui traços de nutrientes  ( 0,7%N,0,2%P e 0,32%K), baixa retenção de água, pouca densidade e baixa compactação, o que a torna ideal para sementeiras e estaquia em tubetes.

Areia - Usada em construção civil possui várias granulometrias e é facilmente encontrada. A compactação aumenta conforme diminui a granulometria, tem baixa capacidade de retenção de água e é mais eficiente em enraizamento de estacas e como mistura com outros substratos.

Espuma fenólica - Oriunda da indústria petroquímica, este material foi testado com sucesso na formação de bandejas para sementeiras. Não é biodegradável.

Perlita - Material vulcânico processado na indústria com vapor para expansão, é inerte, pH 7,0, mantém temperatura estável mesmo ao sol,capacidade de manter umidade para estaquia e sementeiras. Pode ser usada sozinha ou em misturas com turfa e cascas de tungue, pinus ou coco.

Isopor - Tem sido usado para arejamento de substratos, é inerte, leve e não retém água. Insolúvel e dificilmente degradável, poluente.

Serragem - Proveniente do beneficiamento da madeira tem alta quantidade de lignina e tanino. Pode ser de granulometria grosseira até fina, tem grande capacidade de retenção de água e serve para misturas com outros substratos.

Tijolo reciclado - Sobras de demolições, tem sido testadas como substrato para plantas após ser moído e lavado. Contém restos de cimento o que torna inviável para cultivo de plantas tipo azálea. É usado na Europa como base de substrato para telhado vivo.

Brita - Material da construção civil tem sido usado com sucesso no cultivo de orquídeas e bromélias. Tem baixa retenção de água e nutrientes, e não degrada, mas é pesada para vasos pendentes.

Húmus de minhoca - Cultivadores comercializam a terra processada pela minhoca para uso em substratos, misturada com outros ingredientes. Contém muitos nutrientes, nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, ferro, manganês, enxofre, zinco e boro. Seu pH é 7,0. Têm nutrientes disponíveis para as plantas e faz excelente composto.

Outros substratos que têm sido cogitados e alvos de pesquisas: Composto de lixo domiciliar, cascas de frutas da indústria de frutas, fibras de plantas diversas, cascas de vime, sementes e cascas de algodão, aguapé, bagaço de cana, resíduos de papel.

Neste link tem um excelente texto, mais técnico e científico sobre substratos, vale a pena dar uma lida.

Também nesta lista podemos incluir a terra vegetal, que é aquela que compramos nas floriculturas e garden centers. "A terra vegetal é a mistura de terra in natura  com restos de plantas decompostos, como folhas, caules, cascas e xaxim. Embora contenha naturalmente alguns nutrientes, a terra vegetal serve basicamente como a “cama” das raízes; para que a planta desenvolva-se em sua plenitude, é essencial que se misture (obedecendo os traços próprios de cada espécie de planta) um bom substrato." (fonte)

Eu pessoalmente utilizo na minha mistura para vasos, duas partes de substrato pronto, aqui compro da marca Solu Bonu; ele parece ser uma mistura de materiais vegetais decompostos e é escuro; duas partes de terra vegetal e uma parte de húmus de minhoca. Também coloco um pouco de NPK 4-14-8 (num próximo post falarei só sobre adubos). Se tiver coloco duas colheres de farinha de osso, que oferece principalmente cálcio e fóforo para as plantas, essencial no processo de floração.




O húmus, que é um adubo orgânico feito pela decomposição de folhas, cascas de frutas e outras coisas do gênero pelas minhocas, além de ser um excelente adubo, com o tempo minhocas se desenvolvem na terra onde foi colocado o húmus, fertilizando constantemente o solo e também promovendo sua aeração.

Aqui idéias para substrato para cactos e suculentas.

O vídeo abaixo é muito legal, vale a pena ver, sobre substratos:


E este outro:



quinta-feira, 12 de junho de 2014

Kokedamas


Você sabe o que é?

"Kokedama é uma arte oriental onde o vaso é uma bola coberta de musgo."

A querida amiga Geneci trabalha com essa arte, que vai muito além de um trabalho, é um hobbie e uma terapia. Ela tem uma fanpage no facebook onde vende e aceita encomendas dessas maravilhas: Kokedamaskussakawa. Lá tem muitas fotos maravilhosas, escolhi algumas para mostrar para vocês, não sei qual é mais linda!



Gatinho *_*



Vocês devem estar se perguntando: sim, a planta numa bola de musgo, mas como?

"Kokedama é um tipo de bonsai, também chamado de String Garden, onde o vaso é o musgo e a própria terra que segura as raízes.O termo Kokedama quer dizer uma bola (dama) de musgo (koke). Qualquer tipo de planta pode crescer num Kokedama, porém se dá preferência para aquelas que são adequadas para pouca luminosidade, por exemplo : samambaias pequenas,grama,flores violetas,etc.O kokedama pode receber luz de sol, porém deve ser molhada diariamente (preferencialmente pela manhã). Se pendurá-lo, use um spray para molhar, já se colocar num suporte cuide para não molhar em excesso, pois não há drenagem." (Fonte)





O "O Kokedama não tem uma tradição/ história tão longa quanto os outros bonsais, e se baseia num estilo popular de bonsai durante a era Edo no Japão. Pode-se dizer que é um tipo de bonsai que cresceu primeiro em uma panela de ferro. Quando precisavam da panela, retiravam o torrão da planta e ela mantia o formato da panela." (Fonte)






"O Kokedama era considerado o Bonsai dos pobres, visto que os Bonsai propriamente ditos eram reservados as elites Japonesas com poder aquisitivo para isso. O grande diferencial do Kokedama é sua simplicidade em termos de elaboração/manutenção e principalmente o seu substrato em forma de bola coberto de musgo verdejante, efeito que é conseguido com a utilização de musgo para compor um torrão redondo onde as plantas serão fixadas, geralmente é mais elaborado que o Kusamono, pois é primariamente uma peça individual, portanto não há preocupação com o fato de sua elaboração poder ser bem mais cuidadosa. Pode ser exibido em qualquer tipo de recipiente, dos clássicos aos moderno recipientes que qualquer um tem casa. Assim como o Kusamono o Kokedama é muito popular no Japão e se espalhou pelo mundo por sua beleza simples." (Fonte)





Como cuidar:



 - Sol: "A exposição direta ao sol por várias horas a cada 2 a 3 dias é o melhor."

- Rega: "O Kokedama deve ser regado por imersão: encha um recipiente com uma quantidade "de água necessária para atingir a altura da bola completamente e deixe de molho por 2 ou 3 minutos, depois retire e esprema delicadamente para remover o excesso de água e deixe é de que a água está indo para amortecer também o centro da esfera. 
A água é suficiente para vários dias. 
Se o musgo estiver seco, apenas borrife água." 








E aí? Anima fazer um? Não é tão difícil e deve ser muito gostoso! Eu ainda vou fazer e mostro pra vocês.Abaixo alguns links que ajudam muito:











Aproveitando a deixa, nos posts anteriores mostrei para vocês alguns arranjos do desafio que estou participando no facebook. Não deixando a desejar, a Geneci fez um arranjo maravilhoso e me autorizou a mostrar aqui para vocês.

Materiais utilizados

Montando




Pronto!

Lindos! Criação e criadora! 


Babando nos detalhes em 3, 2, 1...













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